Diretor de Turismo Marcos Lula
fala sobre investimentos no Estoril

1 - Qual o panorama o senhor pode fazer com relação ao estado em que se encontra o Departamento de Turismo da cidade? Qual foi a situação encontrada?

Desenvolver o Turismo em São Bernardo do Campo é uma das prioridades para o governo do prefeito Luiz Marinho. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, por meio da diretoria de Turismo e Eventos, está trabalhando para incrementar este setor que durante anos esteve esquecido. Num primeiro momento estamos mapeando os potenciais turísticos que a cidade possui e temos avançado no desenvolvimento de projetos para o turismo de negócios, ecoturismo e também de eventos, respectivamente.

2- A cidade, em especial o distrito do Riacho Grande possui grande vocação turística, tanto pela Represa, quanto pela mata e outros fatores. O que está faltando para a cidade se consolidar como uma atração tanto aos munícipes quanto à população da Grande SP?

Ao longo dos anos o Turismo em São Bernardo do Campo nunca foi tido como prioridade e agora o é. A gestão do prefeito Luiz Marinho valoriza o potencial que o Riacho possui e queremos usar isso, atraindo investimentos e eventos para os moradores da cidade e da região. Neste início de ano conseguimos trazer de volta para o Riacho grandes eventos aquáticos e faremos muito outros, tanto aquáticos como atividades de turismo de aventura.

3 - Quais são os locais que estão recebendo uma atenção especial e deverá ser o grande símbolo da revitalização destas atrações turísticas no Riacho Grande?

A administração tem interesse em trabalhar o Riacho Grande como um todo. Vamos revitalizar o Parque Estoril, a Prainha e vamos usar a represa como um produto turístico e um grande cartão postal para a cidade.

4- Existe o interesse de investidores privados ou governamentais em potencializar a região no segmento turístico?

Para atrair investimentos, sejam eles privados ou públicos, temos de terminar os trabalhos de mapeamentos e de identificação de potenciais e, só a partir daí vamos recorrer aos potenciais investidores.

5- No primeiro semestre, a Represa Billings recebeu pela primeira vez uma etapa do Campeonato Brasileiro de Jet Sky. Há programação de outras atrações no mesmo nível, tanto em esportes náuticos como em outras modalidades para o segundo semestre ou 2010?

Sem dúvida alguma. Vamos trazer diversos eventos para a cidade, nesse ano trouxemos o Campeonato de JetSki e o de Motonáutica, vamos ampliar isso, para que a região se torne referência em esportes aquáticos e de aventura.

6 - São Bernardo do Campo possui outras famosidades que conquistou ao longo da história; como ser a cidade dos automóveis, dos móveis, dos restaurantes, enfim. Essas vocações do município serão aproveitadas nesses projetos?

Num primeiro momento estamos trabalhando com foco em dois tipos de turismo: o de negócios e o ecológico. São Bernardo é uma cidade versátil e que possui múltiplas vocações e, aos poucos, vamos explorá-las, sim, construindo circuitos e produtos turísticos de acordo com suas especificidades, gerando mais emprego, lazer e renda para a população.

Fonte: Jornal Divulgação Exata
Colaboração: Leandro Giudici
/ Enivaldo Aguiar



Escrito por Marcos Lula às 00h58
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Mobilização em Defesa do Pré-Sal

Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores propõe mobilização petista em defesa do pré-sal e da soberania nacional.

Resolução política aprovada pelo Diretório Nacional do PT nesta quinta-feira (17) propõe a mobilização de todo o partido, articulado com os movimentos sociais, em defesa do marco regulatório para o pré-sal enviado ao Congresso pelo presidente Lula.

“Por trás dos ataques da mídia conservadora e da oposição de direita, está a disputa pelas riquezas nacionais. Para eles, são trilhões de dólares que estão em jogo. Para nós, é o futuro do povo brasileiro”, diz um trecho da resolução.

O documento também analisa a resposta da economia brasileira frente à crise internacional, concluindo que as políticas estruturais do governo, como o fortalecimento dos bancos públicos, a ampliação dos programas sociais e a valorização do salário mínimo, têm sido fundamentais para a recuperação do país.

A resolução defende ainda a reforma política, a atualização dos índices de produtividade da terra e a aprovação do Plano Nacional de Cultura, entre outros temas, além de determinar o início imediato da construção do programa de governo para 2010.

Leia o texto na integra - Clique Aqui

Fonte e Imagem: Partido dos Trabalhadores - DE/SP



Escrito por Marcos Lula às 03h14
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A Nossa Mesma Cidade

Ela era uma cidade pacata e aconchegante. A Rua Marechal Deodoro, como centro de tudo, era o cenário de passagem de alguns automóveis. Alguns automóveis, mas já muita gente. Não o “muita” que se está acostumado hoje, mas bastante. E todo mundo se conhecia.

A princípio, eram os colonos das famílias italianas. Grandes famílias, estabelecidas no entorno, onde se plantava para o consumo e se vendia nos mercadões de São Paulo. Era um tempo difícil, de fato. As famílias se casavam entre elas, o Grupo Escolar era um só, ali onde está a praça Lauro Gomes, diversão quase inexistia, mas fazia-se pelas próprias pessoas. E vivia-se feliz.

São Bernardo era, já, o meio do caminho entre São Paulo e Santos. A viagem, porém, era longa e cansativa. Os anos se passaram, novas ruas foram abertas. Você sabia que a Av. Brigadeiro Faria Lima era um rio? A Prestes Maia também? Talvez isso explique, hoje, a força de tantos alagamentos que já vimos. Mas são obras da pujança. Pujança imaginada, mas jamais prevista por aqueles que habitavam esta cidade 50 anos atrás.

Não havia violência. Havia os ladrões de galinha, mas onde não havia? Atravessava-se do centro para visitar os parentes no Montanhão, a pé, quase sem iluminação, e era possível chegar e voltar sem medo. As ruas principais já tinham nome, as demais eram todas numeradas. E muitas das numeradas levam, hoje, nomes de pessoas daquela época. Tempo saudoso.

E São Bernardo teve, lá naquela época, uma prefeita, mulher, e que mandava mais que muitos (Tereza Delta) e um prefeito operário (Aldino Pinotti). E não são só as coisas “antigas” que já inexistem. Muitos comércios aquém desse tempo, na década de 1980, mais ou menos, já não existem mais, mas muitas das pessoas conservam na memória os seus resquícios. Quer que cite alguns? Pizzas Grupo Sérgio, Casa da Banha, Jumbo Eletro, Shoppinho e Shoppão (Center Shop São Bernardo, hoje Metrópole), Sollen, Restaurante Babbo Rei e outros.

É aí que a gente percebe que a nossa São Bernardo está mudando. De cara, de jeito, de forma, mas continua sendo a nossa cidade. Os leitores deste artigo que não me conhecem podem achar que tenho, no mínimo, cinqüenta anos de idade, pelos depoimentos. Não tenho, tenho 21. Minha campanha, com este texto, é que as histórias e as fotografias se preservem, como tanto tenho lutado em meu projeto Origem das Famílias de São Bernardo do Campo. Por estas e por outras coisas, viva nossa cidade!

Sobre o autor: Fábio Gomes é jornalista, escreve artigos em alguns meios de comunicação e é Técnico de Turismo na Prefeitura de São Bernardo do Campo, colaborando intensivamente na criação e restauração do turismo histórico local.

Matéria: Leia São Bernardo
Imagem:
Desbravadores do ABC



Escrito por Marcos Lula às 02h21
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Heliópolis, uma aula de reforço do serrismo

O extermínio como medida profilática é o projeto dos que defendem um mínimo de Estado e um máximo de barbárie. É o "pós-lulismo" da direita vestida com figurino modernizante. É bom examinar com atenção o que se desenha para 2010. Heliópolis dá excelentes pistas.

Heliópolis, palco recente de uma seqüência de protestos gerados pelo assassinato de Ana Cristina Macedo, uma adolescente de 17 anos, não é apenas uma megafavela encravada na divisa entre São Paulo e São Caetano do Sul. Mais que isso, é um conto reescrito pelo Poder Público em periferias urbanas. O cenário privilegiado para o estudo de um contexto que caracteriza o modo de existência das classes populares. Suas lutas para se constituírem como sujeitos políticos e a desenvoltura com que age um aparelho policial que jamais se deixou permear pela democratização de seus métodos.

Os 120 mil moradores de Heliópolis, a maioria oriunda do Nordeste, não têm acesso aos serviços básicos de infra-estrutura, moradias dignas, espaços de lazer comunitários, serviços de saúde e educação. O que está presente no cotidiano desse contingente é o desejo de mudar de vida aliado à concepção que se está vivendo uma situação transitória.

Quando a nordestina Antonia Cleide Alves presidente da União de Núcleos, Associações e Sociedades de Moradores de Heliópolis e São João Clímaco diz que “a comunidade exige ser tratada com dignidade" estamos diante de uma prática discursiva que expressa a crença de que para mudar de vida talvez seja preciso mudar a vida e que esta tarefa cabe a novos atores que antevêem, na negação diária da cidadania, um poder provável dos sem-poder. É contra isso que se volta a política de segurança de José Serra.

É para reproduzir essa violência estrutural, cotidiana, que aparece nas "páginas de cidade" da grande imprensa, que nasce e morre sem que os responsáveis sejam definidos ou apontados, que as polícias Civil e Militar do provável candidato tucano nas próximas eleições presidenciais estão” dando um duro danado". Menor não tem sido o esforço da grande mídia que o apóia. Mesmo em períodos de plenas garantias constitucionais o descaso com a proteção aos indivíduos de classe subalternas deve ser compreendido como um esforço higienizador de um desejável controle social dos setores populares.

Heliópolis é ainda uma aula de história. Deixa evidente uma concepção de poder em que a questão social ainda é tratada com os mesmos métodos da Primeira República. A revolta da periferia paulistana não revela a existência de dois Brasis. O que é preciso manter intacto é o discurso que assegura que a violência é sempre externa à estrutura social brasileira. Pura anomia provocada por vândalos que insistem em macular a história de um país apresentado como produto limpo, enxuto, paraíso da conciliação e da cordialidade.

Heliópolis é também uma advertência aos movimentos sociais. Ônibus incendiados, pedradas, rojões, balas de borracha e bombas de efeito moral não são, como destaca o jornal Folha de S. Paulo, "cenas cada vez mais comuns em conflitos nas comunidades carentes de São Paulo". Ao contrário da banalização almejada por repórteres e editorialistas, a violência contra a população pobre e trabalhadora é uma prática sistemática.

É a força bruta requerida pelos defensores de uma democracia limitada. De uma forma de pensar a polis sob uma equação em que parece ser possível a existência de paz sem justiça social. São os mesmos que sempre vêem manifestações políticas de multidões urbanas como resultado da ação de “agitadores profissionais" ou dos " interesses dos traficantes".

Assim, nada mais resta às autoridades senão se livrarem deles (os “desviantes”) para que a harmonia da cidade volte a imperar. O extermínio como medida profilática é o projeto dos que defendem um mínimo de Estado e um máximo de barbárie. É o "pós-lulismo" da direita vestida com figurino modernizante. É bom examinar com atenção o que se desenha para 2010. Heliópolis dá excelentes pistas.

Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Jornal do Brasil - Autor deste texto e gentilmente cedeu esse artigo para divulgação nos meios eletrônicos.

Fonte: Carta Maior
Imagem: USP



Escrito por Marcos Lula às 16h15
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Liberdade de Opinião e Informação
na Campanha Eleitoral de 2010

A rede mundial de computadores é o meio de comunicação mais democrático desenvolvido pelo homem. A comunicação mediada por computador é diferente da comunicação de massa, porque não há monopólio sobre a circulação de informação. Não é necessário ter uma concessão pública para divulgar idéias ou apoiar candidatos usando a Internet, como é o caso da televisão e do rádio. Os custos de operação são muito menores do que os custos de produção e distribuição de jornais e revistas. As redes de computadores oferecem acesso universal com pouca necessidade de recursos financeiros, enquanto a mídia de massa apresenta as barreiras do alto custo e do controle sobre a distribuição. Em outras palavras, dificilmente um cidadão pode criar um jornal ou uma emissora de televisão para apoiar um candidato ou partido, mas qualquer cidadão pode fazê-lo na Internet.

Sem compreender essa diferença fundamental entre os meios de comunicação de massa e os canais de comunicação via redes de computadores e telefonia móvel, nenhuma lei eleitoral pode atender às necessidades da democracia. A Internet oferece oportunidades inéditas para a participação popular no processo eleitoral, na medida em que todo brasileiro com acesso a uma biblioteca pública ou a uma lan house pode expressar suas opiniões políticas e estabelecer um relacionamento mais próximo com seus candidatos.

Entendemos que o objetivo de qualquer legislação eleitoral seja inibir o abuso do poder econômico e da influência política por parte dos candidatos. Porém, a Internet é o primeiro meio a oferecer as mesmas oportunidades dos candidatos dotados de grandes orçamentos aos candidatos sem recursos. Não há nenhum recurso de comunicação via redes de computadores para o qual não exista uma alternativa gratuita e - e, muitas vezes, de melhor qualidade. O controle excessivo termina por favorecer justamente quem tem mais dinheiro para investir em um website e outras peças de campanha. Publicação de vídeo e áudio, gerenciamento de comunidades e fóruns, aplicativos de galerias de fotos e de agenda, são todos sistemas complexos e caros. Os candidatos mais ricos poderão contar com todas essas facilidades. É preciso que os candidatos com menos recursos financeiros possam contar com o uso de ferramentas gratuitas.

Entendemos ainda que o controle excessivo da comunicação via Internet durante o período de campanha eleitoral pode emudecer o cidadão. O apoio a um candidato ou partido por parte de um indivíduo ou grupo é diferente de propaganda. No primeiro caso, temos a expressão legítima de crenças políticas com o objetivo de expor idéias e debatê-las com outros cidadãos, um processo social normal nas democracias. No segundo caso, temos a fabricação de mensagens sob contrato, com o intuito de influenciar a opinião pública no sentido de tomar uma ação em favor de um candidato específico. É preciso que a legislação eleitoral crie uma diferença entre expressão de pontos de vista políticos e a mera propaganda. A voz da sociedade não pode ser sufocada por regras que criem insegurança jurídica para a atividade de divulgação de opiniões políticas legítimas.

Infelizmente, as regras eleitorais vigentes, determinadas pelo Tribunal Superior Eleitoral no pleito de 2008, e as propostas de legislação ora sendo discutidas pelo Congresso caminham no sentido oposto dos objetivos mais desejáveis para a democracia: igualdade de oportunidade para os candidatos e liberdade de expressão para os cidadãos. Portanto, solicitamos aos parlamentares que levem em conta o exposto nesta petição e promovam um debate aberto com a sociedade, antes de definir as regras para as eleições de 2010. Sem ouvir os movimentos políticos, os setores e pesquisadores ligados às atividades de comunicação e os indivíduos e organizações participantes da vida civil, o Congresso arrisca-se a criar uma legislação inócua e prejudicial à legitimidade das eleições.

Garantir a livre expressão da opinião política a qualquer tempo nas redes de comunicação é a melhor forma de garantir que o Brasil acompanhe o avanço da participação cidadã no resto do mundo democrático.

Assine AQUI

*Marcelo Träsel, criador do abaixo assinado é jornalista, mestre em Comunicação e Informação (UFRGS) e professor da PUCRS

Link para o Texto: http://www.petitiononline.com/BRA2010/petition.html



Escrito por Marcos Lula às 12h05
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Viva a nova Independência!

No pronunciamento que fez à Nação na noite deste domingo, em cadeia de rádio e televisão, o Presidente Lula disse que a participação popular é fundamental para o fortalecimento da democracia. E chamou a sociedade para debater junto com o Congresso o novo modelo de exploração do petróleo da área do Pré-sal proposto pelo governo.

No tradicional pronunciamento feito para saudar o Dia da Independência, Lula disse que sua mensagem seria diferente da dos anos anteriores, que tinham o objetivo de enaltecer o passado para pensar o presente. De acordo com o Presidente, o pronunciamento dedicado ao 7 de setembro neste ano seria para festejar o futuro e celebrar uma nova independência, que tem o nome de Pré-sal e a forma dos projetos enviados esta semana ao Congresso, que tem como conteúdo a mudança na regulamentação da exploração de petróleo e gás para que esta riqueza seja corretamente utilizada para o bem do Brasil e de todos os Brasileiros.

A principal mudança que estamos propondo é que, nas áreas ainda não exploradas do Pré-sal, passe a vigorar o modelo de partilha. Quase todos os países que têm grandes reservas e baixo risco de exploração adotam este sistema. Ele garante que o Estado e o Povo continuem donos da maior parte do óleo e do gás, mesmo depois de sua extração.

Leia a integra do pronunciamento em TEXTO, escute apenas o ÁUDIO ou assista abaixo ao VÍDEO completo.

 

Fonte: Blog do Planalto



Escrito por Marcos Lula às 01h25
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16º Festival de Cavaleiros movimenta
São Bernardo no fim de semana

São Bernardo do Campo recebe entre os dias 5 e 7 de setembro a 16ª edição do Festival dos Cavaleiros. O evento, organizado pelo Clube de Cavaleiros de São Bernardo e pela Prefeitura, deve receber cerca de 10 mil pessoas por dia.

O 16º Festival dos Cavaleiros será realizado na Avenida Kennedy, nº 1.200, em frente ao Ginásio Poliesportivo, e contará com shows de música sertaneja com as duplas Marcos e Belutti, Alexsandro e Marcelo, Azul e Azulejo, Ronny e Rangel, além de Gian e Giovani. O evento terá ainda apresentações com cavalos adestrados, gincanas, parque infantil, praça de alimentação e provas de tambores e balizas. "Recebemos todo o apoio da Administração para fazer deste festival um grande evento para a família toda", disse o presidente do Clube dos Cavaleiros de São Bernardo do Campo.

No último dia de evento (7/9), no período da tarde, haverá uma prova adaptada de hipismo para crianças e adultos portadores de necessidades especiais.

O destaque do fim de semana fica para a tradicional Procissão dos Carroceiros. Realizada sempre no primeiro domingo de setembro, desde 1917, o evento tem sua história intimamente ligada ao Festival dos Cavaleiros. O objetivo principal do cortejo é levar a imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem de volta à Igreja Matriz, em procissão que percorre as ruas da cidade após um período de homenagens. Neste ano, a procissão acontece na manhã do domingo, a partir das 9h.

A entrada para o Festival dos Cavaleiros é um quilo de alimento não-perecível que será doado para projetos assistenciais do município.

Programação do Fim de Semana

Sábado (05/09)
08h00 - Abertura dos Eventos
08h30 - Competições
21h00 - Cerimônia de abertura oficial do festival
22h00 - Show com Marcos & Belutti e Alexsandro & Marcelo

Domingo (06/09)
08h00 - Abertura da Procissão dos Carroceiros com saída da Comunidade Santa Luzia (Jardim Beatriz)
09h00 - Concentração Jd. Beatriz
10h00 - Saída da Procissão
11h30 - Chegada. Destino: Praça da Matriz (Centro de São Bernardo)
14h00 - Provas e gincanas equestres na Arena
20h00 - Show na Arena: entrada dos locutores, apresentação de Motoclubes, caminhonetes e outros
21h00 - Início dos shows com Azul & Azulejo e Rony & Rangel

Segunda (07/09)
08h00 - Abertura
14h00 - Apresentação de equoterapia e hipismo adaptado com Recanto dos Cavaleiros
15h00 - Apresentação de cavalos adestrados
16h00 - Competição de berranteiros
16h30 - Show com grupo de dança
16h40 - Gincanas entre comitivas, gincana infantil
17h00 - Apresentação de cavalos adestrados
19h00 - Cerimônia de encerramento do festival na arena
20h00 - Show com Gian & Giovani

Fonte e Imagem: PMSBC



Escrito por Marcos Lula às 17h17
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